O VALOR DO AUTOCONHECIMENTO PARA A SAÚDE EMOCIONAL


Imagem relacionada


O autoconhecimento, segundo a psicologia, significa o conhecimento de um indivíduo sobre si mesmo, conhecer-se intimamente. A prática de se conhecer melhor faz com que uma pessoa tenha controle sobre suas emoções, independentemente de serem positivas ou não. Envolve perceber seus pensamentos e sentimentos, como eles surgem na sua mente, e como eles influenciam seu comportamento. É uma forma da pessoa poder entender suas necessidades, desejos, motivações, crenças, pontos de vista e valores. Em suma, é saber como você pensa e se comporta e o que te faz ser dessa maneira.

A maior ferramenta para o autoconhecimento é a introspecção, um olhar que fazemos para dentro, o qual concentra uma maior atenção nos nossos pensamentos, em como eles surgem e desaparecem. Isso é melhor feito em um ambiente calmo onde você tenha tempo para olhar, perceber e compreender seus próprios pensamentos e a maneira como você se comporta. Uma vida ocupada não exclui essa possibilidade de introspecção ou autorreflexão, mas acaba tornando menos provável que você o faça. 

Mas afinal, como pensam algumas pessoas: “Pra que serve o autoconhecimento?”. O autoconhecimento é importante porque ajuda você a se entender melhor. Através de uma melhor autocompreensão, você se torna mais capaz de controlar a própria vida. Você pode então fazer a vida acontecer por si próprio, em vez de simplesmente deixar a vida acontecer. O autoconhecimento também ajuda pessoas a encontrarem a resposta para uma das perguntas mais antigas que existe - "Quem sou eu?"


Imagem relacionada


Através do autoconhecimento, estamos em melhor posição para entender o mundo lá fora, bem como o mundo dentro de nós, desenvolvendo a habilidade de colocar nossa mente na interface de ambas as experiências. Os significados que colocamos nas "realidades" da vida têm um efeito maior na qualidade da nossa experiência humana do que nas "realidades". Assim, podemos mudar a qualidade de nossa vida simplesmente mudando a maneira como pensamos e vemos o mundo que nos rodeia. 

Vivemos em um universo participativo onde nossos pensamentos e crenças são "coisas" muito reais que afetam de forma direta o mundo que nos rodeia. É como se o conteúdo de nossa mente interior se refletisse no mundo externo. É assim que criamos nosso próprio destino e nossa realidade todos os dias. E é a partir desse entendimento que seremos capazes de escolher sermos eternamente uma vítima passiva das circunstâncias do mundo ou, em vez disso, participarmos de forma mais ativa do nosso próprio destino. Esta é a lição oculta nos ensinamentos antigos de Hermes, em uma de suas sete leis espirituais. 

Esta é a importância maior e mais valiosa do autoconhecimento para o ser humano: saber que criamos nossas próprias vidas e que somos responsáveis ​​pelo que criamos - conscientemente e de forma inconsciente. É extremamente empoderador saber que tudo o que criamos pode ser recriado, corrigido e modificado para melhor (ou para pior) por nossas atitudes, ações e comportamento. Portanto, não precisamos sempre continuar no papel de vítima dos acontecimentos, pois temos sim a capacidade de mudar nossas vidas, conforme aquilo que temos em nossas mãos, ou melhor, em nossas mentes.

Imagem relacionada
O ponto mais vantajoso do autoconhecimento para o ser humano, é que é por meio dele que podemos reconhecer nosso erro ao pensar e corrigi-lo. Desse modo, assim como corrigimos erros no nosso trabalho, também temos a chance e a oportunidade de corrigir os erros do nosso comportamento e das nossas ações. É, portanto, o significado para uma vida melhor e mais gratificante - física, emocional, mental e espiritual.

Além disso, o controle emocional provocado pelo autoconhecimento pode evitar sentimentos de baixa autoestima, inquietude, frustração, ansiedade, instabilidade emocional e outros, atuando como importante exercício de bem-estar e ocasionando resoluções produtivas e conscientes acerca de seus variados problemas.

Nesse sentido, é possível tornarmos mais felizes simplesmente mudando nós mesmos, sem precisar mudar o mundo, sem precisar mudar as pessoas, e o “jeito” das pessoas. Assim, ao invés de mudar aquilo dos outros que nos incomoda ou que nos irrita, é bem mais fácil mudar a nossa habilidade de sermos “incomodados” ou de ficarmos “irritados”, e trabalhar dentro de nossa mente formas de ser mais serenos ou criativos perante a “provocação” ou da “incompetência” alheia. Paradoxalmente, quando nós mudamos a nós mesmos, o mundo ao nosso redor também muda, como se por conta própria, naturalmente. Isso até parece um clichê, mas acreditem, acontece de verdade!

Sálua Omais é Psicóloga com Mestrado em
Psicologia da Saúde e Saúde Mental, 
Master Coach e Trainer Internacional em 
Psicologia Positiva, Neurossemântica e PNL





0 comentários:

Postar um comentário